E a triste realidade, retratada em Junho de 2010. Era uma vez um rés-do-chão...
Podem ver estas fotos, e outras bem reveladoras, aqui.
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Anónimo
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Henrique Gomes
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Five guidelines we live by:
1. Believe in teenagers. Teenagers can lead today. We don't require adults.
2. Trust teenagers. We provide reliable, easy to access information and activation strategies, but teens decide for themselves what to do.
3. Celebrate teenagers. We think all measurable contributions from teens are valuable.
4. Respect teenagers. We understand that teenagers have diverse abilities and constraints.
5. Value teenagers. Our programs and products are free. We're not after teens' money; we want their passion, time and creativity.
Não há desculpa - qualquer pesquisa (qualquer mesmo) dá (pequenas) dicas de como podemos fazer algo para mudar o Mundo... just do something!
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Henrique Gomes
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21:07
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Para quem (como eu) vota em Lisboa, fica aqui a referência ao site Lisboa 2009, com uma grelha comparativa dos Programas Eleitorais das 4 principais forças políticas que se candidatam à Câmara de Lisboa (Unir Lisboa, Lisboa com Sentido, CDU e Bloco de Esquerda), organizada pelos seguintes temas:
A - Habitação e Revitalização Urbana
B - Mobilidade
C - Cultura
D - Educação
E - Desporto
F - Economia
G - Ambiente e Espaço Público
H - Acção Social, Saúde
I - Organização Municipal, Participação
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Anónimo
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17:18
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Estava ontem durante uma longa (diria mais interminável) viagem a pensar na vida rodeado de jovens timorenses a comer batatas fritas e outros aperitivos e a cozer vivo no interior de um comboio e cheguei à conclusão que vivemos num triste país.
Actualmente não existe uma cultura de democracia no nosso país, não existe responsabilidade pública, temos um sistema de educação com graves lacunas, a nossa Justiça deixa muito (muito elevado ao infinito [e mais além]) a desejar, não existe por parte dos nossos políticos a compreensão de quais são as prioridades nacionais, NÃO TEMOS UM CONCEITO ESTRATÉGICO NACIONAL, temos demasiados comentadores (e bloguistas) a mandar papaias para o ar sem saberem concretamente sobre o que é que estão a falar (falta de educação cívica que leva a que muitos falem sobre aquilo que, em concreto, não fazem ideia alguma).
O mais triste é que temos capacidade, temos os recursos humanos, temos pessoas a escreverem em blogues coisas que fazem todo o sentido assentes sobre sólidas fundações teóricas enquanto se lê num jornal sobre a Nereida abrir uma coisa qualquer de limpezas e comprar um Mercedes (notícia que claramente me apelou por vir complementada com umas fotos da jovem com trajes mais reduzidos).
Porquê? Porque é que nos sujeitamos a isto?
Isto de nos tirarem o tapete e obrigarem a rever a nossa vida tem estas vantagens de a pessoa pensar em mil e uma coisas diferentes, e ficar numa posição em que, não tendo nada a perder, pode balbuciar tudo o que quer.
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Teco
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Artigo de ontem, no Público:
(Daqui)
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Anónimo
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16:22
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Tive o prazer de assitir ontem à tarde a uma sessão pública acerca do projecto de reabilitação do Terreiro do Paço (ou Praça do Comércio, já que ninguém se entende acerca do nome que deveria ter), organizada pela Frente Tejo e com a presença do Arq. Bruno Soares, que notavelmente se tem sujeitado a ouvir as críticas (embora me parece que estas se prendam mais com a ausência de concurso público, e não tanto com as questões de estética) e teve em conta outras opiniões e sugestões aquando da reformulação do projecto. Isto num arquitecto é uma coisa rara (sobretudo porque os mais conhecidos tendem a pessoalizar toda e qualquer crítica e a comportar-se como prima-donnas, bastando para isso lembrar a Estação do Oriente do Calatrava), e só por isso já merece louvor. Estiveram presentes historiadores, arquitectos, economistas, e engenheiros e demais cidadãos comuns, que tornaram o debate de ideias bastante interessante (as 3h do evento passaram num instante).
Tenho a dizer que gosto bastante mais da nova versão (sem corredor central ligando o arco da rua Augusta ao Cais das Colunas e sem losango verde por baixo da estátua de D. José), e que me é indiferente se a placa lateral terá losangos lembrando cartas de marear, ou radiais lembrando o iluminismo centralista do tempo do Marquês de Pombal (como bem falou Rui Tavares, uma Praça séc. XVI ou séc. XVIII) ou mesmo... traços nenhuns. Em relação às árvores, também acho que não fazem lá falta nenhuma. O que gostei mesmo foi do consenso acerca da necessidade imperiosa de reduzir o tráfego automóvel nesta Praça, de forma a devolvê-la aos Lisboetas e a todos os que a visitem. Pelos vistos estamos todos de acordo, com excepção do ACP que pelo que me pude aperceber, nem sequer esteve presente na discussão para defender a sua providência cautelar... Acho a atitude do ACP simplesmente vergonhosa, uma simples tática terrorista de "toca e foge"... O Sr. Carlos Barbosa deve estar orgulhoso, com certeza.
PS - Mais cedo ou mais tarde, os ministérios terão de sair dali também (desde que não sejam substituídos por 4 ou 5 hotéis de charme/luxo. Equele espaço é nobre e deverá ser essencialmente público). É bom que se vão preparando... Aliás esta intervenção deveria ter também como objectivo a libertação imediata de boa parte dos pisos térreos. É que a Praça do Comércio não é apenas a placa central.
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Anónimo
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18:38
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Henrique Gomes
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Anónimo
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19:35
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"Caro(a) Amigo(a)
Congratulamo-nos com a aparente vontade de quem de direito em recuar, mas confessamos a nossa estupefacção pela manchete: "Acabou a guerra dos contentores. Lisboa vai ter um jardim". Isto porque uma coisa é o Projecto Nova Alcântara e outra é o Projecto de Ampliação do Terminal de Contentores de Alcântara, embora este esteja compreendido naquele.
Ora em nenhum momento as notícias fazem referência clara ao que de facto mudou ou vai mudar no tal projecto, que são dois em um; ou quando foi, ou será, isso decidido, e por quem. Apenas se faz menção ao tal "jardim", que aliás já se tornou um expediente de circunstância sempre que se quer ser "amigo" das populações.
O Nova Alcântara, recordamos, contém uma série de incongruências básicas e algumas omissões sérias (a quase impossibilidade, técnica e financeira, do desvio da linha de Cascais, a questão do leito de cheias, a impossibilidade de facto em se levar por diante o tal projecto das bacias de retenção uma vez que já se construiu no local!, etc., etc.) e continua a parecer-nos ser apenas o "embrulho" necessário ao negócio da ampliação do terminal de contentores e à urgência em levá-lo por diante.
Quanto aos contentores, reafirmamos a nossa posição ab-initio:
Nunca devia ter sido permitida a anterior renovação da exploração em Alcântara. Não deve ser permitida mais nenhuma ampliação nem renovação para o local, e antes, isso sim, aproveitando o hiato do prazo de exploração que ainda decorria, Governo e CML procurarem alternativas técnicas a que, a longo prazo, se permitisse libertar não só Alcântara, mas toda a sua frente histórica, dos mesmos, definitivamente, até porque não faltam bons exemplos lá de fora.
Já em relação à questão dos terminais de cruzeiros, ela é antiga e continua a ser tratada como se fosse uma questão menor. Recordamos ainda o seguinte:
As gares marítimas de Alcântara e da Rocha de Conde d'Óbidos são os locais ideais para ali atracarem os navios de cruzeiros. Por isso foram aí construídas e não noutro local. Os edifícios podem, de facto, ser exíguos e não permitir as condições de conforto e serviço aduaneiro necessárias aos tempos modernos, mas a APL dispõe de muito espaço junto às gares, hoje ocupado por ... contentores, para as necessárias intervenções, pugnado, claro está, pelo respeito à arquitectura e memória do local.
Alfama pode ter um cais secundário mas nunca o que a APL lhe quer fazer: construir um mega-terminal, compreendendo um centro comercial e um hotel, instalações da própria APL, mais um muro de 600m de comprido por 8m de alto, no que seria mais uma séria barreira entre a cidade, os cidadãos, e o rio. Para além disso, o projecto dado a conhecer ao público há cerca de 2 anos, contemplava ainda umas estruturas em passadiço, absurdas e gritantemente agressivas sobre a antiga Alfândega.
Acresce que, paralelamente e a seu bel-prazer, a APL tem quase pronto o alargamento do Cais do Jardim do Tabaco, que consiste em mais uma mega-placa de betão defronte ao rio!!
Pela nossa parte, esta é uma "guerra" que não acabou.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge, Luís Marques da Silva, João Chambers, António Branco Almeida, Jorge Santos Silva, Artur Lourenço, Diogo Moura, José Arnaud, Alexandre Marques da Cruz e Pedro Gomes"
(Também aqui)
PS - Como morador em Alfama, encaro o projecto megalómano do terminal de cruzeiros com especial preocupação.
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Anónimo
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17:02
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Exmo. Senhor Presidente da Câmara,
Dr. António Costa,
Exmo. Senhor Presidente do IGESPAR,
Dr. Elísio Summavielle
Serve o presente para apresentarmos o nosso protesto pela opção que, no âmbito do projecto de arquitectura para a designada Fase 1 da Conclusão da Ligação Pedonal do Pátio B ao Largo do Carmo e aos Terraços do Quartel da GNR no Carmo, foi encontrada pela equipa de projectistas e, subentende-se, consentida pela CML e pelo IGESPAR, para o Largo do Carmo na qual se prevê a instalação de um corrimão em "U", em chapa galvanizada, bordejando a zona fronteira ao pórtico principal da Igreja do Carmo. (anexo: fotomontagem da nossa autoria)
Consideramos tal opção inestética e imprópria de um MN como as ruínas do Convento do Carmo. Lembramos que várias abadias similares, em situação igual e com problemas idênticos no que toca a diferenças de cotas, têm sido resolvidos com soluções de bom gosto e respeito pela integridade dos locais e dos monumentos. A opção por um elemento espúrio como o corrimão, justificado por razões de segurança, não colhe. Aliás, o mesmo reconheceu o Arq. Álvaro Siza em público, o ano passado, aquando da sessão evocativa dos 20 anos no Centro Nacional de Cultura sobre a reconstrução do Chiado no pós-incêndio: «embora dissesse que em Veneza as crianças não costumam cair aos canais, que tambem não têm balaustradas» (sic).
Parece-nos, portanto, que não sendo a solução actualmente em vigor para o declive existente na zona defronte ao pórtico principal do Carmo, a ideal, ela parece-nos bem melhor do que aquela que a CML se prepara para aprovar.
Em relação ao restante projecto de arquitectura, estranhamos:
1. Que se tenha abandonado o a ideia original de construção de acessos pedonais mecânicos desde o pátio interior da Rua Garrett até ao passadiço do Carmo (projecto com o qual sempre concordámos), sendo agora apenas rampas, de previsível impacto visual.
2. Que a chamada Fase 2, que constituía a demolição dos anexos do Quartel do Carmo para usufruto da população, enquanto "esplanadas" - que foi considerada, aliás, como motivo para invocar a suspensão do PDM na Baixa, por ser um "projecto estruturante"- tenha desaparecido do projecto de arquitectura, e que se ignore por completo as razões pelas quais o projecto deixou, ao que parece, de ser estruturante.
3. Que a CML, o IGESPAR e a equipa projectista tenham ignorado o parecer da Direcção da Associação dos Arqueólogos Portugueses sobre o projecto (a que tivemos acesso e que junto enviamos), uma vez que cabe a esta última a responsabilidade da tutela do Museu do Carmo.
Desejamos que a CML, o IGESPAR e a equipa de projectistas tenham o bom senso, e o bom gosto, de acolher as críticas construtivas.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Júlio Amorim e Virgílio Marques
(Cidadania Lx)
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Anónimo
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01:39
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Várias foram já as ocasiões em que me deparei com o texto que abaixo transcrevo. Basta fazermos uma pesquisa na net com o último verso e logo aparece um vasto rol de blogs, chats, perfis do hi5, etc, pejados com o dito!
Várias foram também as ocasiões em que me enviaram este texto, há que realçar que com a melhor das intenções, em jeito de lição de vida! E não menos foram as ocasiões em que me insurgi contra ele por me soar ignóbil a tentativa de o atribuir a Fernando Pessoa.
"Posso ter defeitos, viver ansioso
e ficar irritado algumas vezes mas
não esqueço de que minha vida é a
maior empresa do mundo, e posso
evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale
a pena viver apesar de todos os
desafios, incompreensões e períodos
de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor
da própria história. É atravessar
desertos fora de si, mas ser capaz de
encontrar um oásis no recôndito da
sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã
pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios
sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma
crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir
um castelo…”
Na verdade não é preciso ser um erudito ou afincado estudioso da obra deste autor para logo percebermos que nunca Pessoa poderia ter escrito tal coisa! Aliás, basta conhecer os poemas de Pessoa de leitura obrigatória no programa de Português B do nosso Ensino Secundário, para perceber que algo não está certo com este texto e ou o Fernandinho estava tomado por um acesso de loucura momentâneo ou se trata de uma fraude!
Ora há uns dias uma amiga trouxe de novo à baila o dito texto e acabei numa teimosa discussão contra o argumento "Não acredito que este texto, que consta em tantos sites da internet, não seja de Fernando Pessoa como é dito!"
Mas lamentavelmente não é, conforme justificação prestada por Francisco José Viegas, director da Casa Fernando Pessoa, em resposta a esta solicitação do Público:
“O poema em questão não é de Fernando Pessoa, coisa que poderia ser garantida à primeira leitura (pelo tema, pela escrita, pela ortografia). No Brasil, tanto na web como em papel impresso, circulam vários «poemas apócrifos» assinados por Fernando Pessoa; muitas vezes, os seus autores pretendem garantir algum reconhecimento anónimo através da utilização do nome do poeta – são, geralmente, textos de má qualidade e que, infelizmente, se multiplicam todos os dias. Qualquer «leitor mediano» da obra de Pessoa ou dos seus heterónimos se dá conta da mistificação e da falsificação. Fernando Pessoa não diz semelhantes patetices”E eis que consigo finalmente esclarecer isto!
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Sara SC
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11:30
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Exmos senhores,
O negócio recentemente anunciado entre a Caixa Geral de Depósitos e Manuel Fino, no que concerne à venda de 10% do capital da Cimpor à CGD, é patentemente ruinoso, injusto e, dir-se-ia, mesmo uma afronta ao povo em geral, e aos investidores em particular.
Não é concebível que para evitar dificuldades financeiras de um especulador, o maior banco do Estado (a CGD) vá ao ponto de lhe comprar os seus investimentos falhados 25% acima do valor de mercado, quando na realidade e perante essas mesmas dificuldades, este especulador ou qualquer outro ver-se-ia sempre forçado a vender essas mesmas posições ao preço de mercado ou abaixo deste.
A diferença entre aquilo que a CGD pagou por esta posição e o preço de mercado, foi uma dádiva pura e simples, de mais de 64 milhões de euros, a este especulador, que se podem considerar retirados directamente dos bolsos do povo português para o bolso do especulador.
Acresce que, não satisfeita, a CGD ainda concedeu uma opção de compra ao especulador, de forma a que se a Cimpor eventualmente valorizasse, o especulador poderia nela reentrar (tornar a comprar) sem risco. Isto é perfeitamente absurdo. A CGD colocou-se assim na posição de assumir todo o risco do investimento por vez do especulador e, ainda pior, desde logo entregou mais de 64 milhões ao especulador, pelo privilégio de fazer um negócio que ninguém aceitaria fazer de livre vontade.
Esta aberração ocorre no mesmo momento em que milhares de investidores se vêem a braços com perdas para as quais ninguém se apresta a suavizar pagando acima do mercado. Ocorre ainda no momento em que Portugal está a entrar numa crise profunda, em que centenas de milhar de pessoas perderão o emprego e, no entanto, é ao especulador que a CGD decide entregar dezenas de milhões de euros. Será isto certo? Obviamente não é.
A ser permitido, este negócio representa a morte da meritocracia neste país. Pensamos que as consequências de sequer se considerar este tipo de negócio, estão a ser subavaliadas pelas instituições.
Pedimos firmemente que, dentro do possível, sejam feitos todos os esforços para determinar a nulidade deste acto pirata sobre o povo deste país.
Atenciosamente,
P.S: Assine a petição para travar este negócio em http://www.ipetitions.com/petition/CGD/
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Anónimo
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16:29
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Teco
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19:14
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Vi este vídeo do Chris Rock já há uns bons anos... hoje deu-me o saudosismo! Só rir: "Get a white friend"; "Don't ride with a mad woman"; "Be polite"...
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Henrique Gomes
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23:33
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A partir das 17 horas de hoje até Domingo, a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) irá realizar, em cooperação com outras 68 entidades (entre as quais a Agência Portuguesa do Ambiente - APA), um simulacro de sismo de âmbito regional, designado por exercício “PROCIV IV/2008”.
Este exercício abrangerá Lisboa, Setúbal e Santarém, estendendo-se ainda a Benavente, Alenquer, Samora Correia, Porto Brandão, Vila Franca de Xira, Barreiro, Almada e Sintra.
Em Lisboa foi criado um verdadeiro cenário de tragédia com a queda do viaduto de Alcântara-Mar, o risco de derrocada do Hospital de Santa Maria, um incêndio na bomba de gasolina de Alfama, estradas cortadas e evacuações em prédios de grande envergadura, como o Banco de Portugal e o Centro Comercial Colombo. Contam-se ainda inúmeras fugas de gás, quedas de pessoas ao rio, rupturas de água e consequentes inundações, deslizamentos de terras, incêndios e derrocadas.
Balanço final da tragédia, às primeiras horas da noite de Domingo: 525 mortos, 7907 feridos graves e 9972 desalojados.
Dada a envergadura deste simulacro, aconselho-vos a consultarem as condicionantes ao trânsito, publicadas no site da ANPC.
Aos interessados que queiram acompanhar de perto este exercício, podem fazê-lo através do blog criado específicamente para o efeito.
Bom fim-de-semana!
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Sara SC
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16:19
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Etiquetas: Ambiente, Dever Cívico, Divulgação, País
"A ampliação da capacidade do terminal de contentores de Alcântara que o Governo inoportunamente se propõe levar por diante implicará a criação de uma muralha com cerca de 1,5 quilómetros com 12 a 15 metros de altura entre a Cidade de Lisboa e o Rio Tejo.
A zona de Alcântara estará sujeita a obras durante um período previsto de 6 anos, impossibilitando assim a população de aceder ao rio pelas “Docas”, levando ao fecho de toda a actividade lúdica desta zona, pondo em risco 700 postos de trabalho.
Os terminais de contentores existentes nos portos de Portugal no final de 2006 tinham o dobro da capacidade necessária para satisfazer a procura do mercado.
O Tribunal de Contas em relatório de Setembro de 2007 sublinhava que a Administração do Porto de Lisboa (APL) é líder no movimento de carga contentorizada em Portugal, e apresenta desafogadas capacidades instaladas e disponíveis, para fazer face a eventuais crescimentos do movimento de contentores.
A prorrogação da concessão do terminal de contentores de Alcântara até 2042 que o Governo pretende concretizar com o Decreto-Lei n.º 188/2008, de 23 de Setembro, e que prevê a triplicação da sua capacidade afigura-se assim completamente incompreensível, desnecessária, e inaceitável para mais sem concurso público.
Apesar da lei prever 30 anos para a duração máxima das concessões, com esta prorrogação a duração desta concessão será na prática, de 57 anos, o que, tal como o Tribunal de Contas sublinha, impede os benefícios da livre concorrência por encerrar o mercado por períodos de tempo excessivamente longos.
Com esta decisão do Governo perde a Cidade de Lisboa, perdem os cofres públicos, perde o sistema portuário nacional, no fundo perdem os portugueses.
Em face do exposto, os abaixo-assinados vêm pelo presente meio solicitar à Assembleia da República que sejam tomadas as medidas necessárias para impedir este atentado estético e económico contra o País, contra Lisboa e contra os seus cidadãos, revogando o DL n.º 188/2008, de 23 de Setembro.
Lisboa 27 de Outubro de 2008"
Podem assinar a petição aqui.
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Anónimo
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13:51
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O presidente da Câmara de Peniche defendeu hoje que a má qualidade da água da praia da ilha das Berlengas se deve aos excrementos de gaivota e não à falta de tratamento das águas residuais, como sustenta a Quercus.
Segundo o autarca, António José Correia, a má qualidade da água é causada pelos excrementos do elevado número de gaivotas que habita a ilha, já que se verificou que «quanto mais carga humana a ilha tem, melhor é a qualidade da água».
«A Quercus não teve em conta a especificidade das Berlengas, porque o facto de ter estado interdita não teve a ver com a descarga de efluentes» no mar, disse à agência Lusa o presidente da autarquia.
(Via DD)
Até pode ser verdade, mas uma notícia destas até daria para rir, não fosse a riqueza e diversidade biológicas das Berlengas (quer acima, quer abaixo do mar) e a actual ameaça que aquelas sofrem, um assunto tão sério...
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Henrique Gomes
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14:43
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Tenho a dizer que o estado do tempo de hoje traduz a minha perspectiva do Pais no futuro próximo, nublado com uma forte probabilidade de chuva, ou no nosso caso concreto, estamos mal e provavelmente vamo-nos afundar.
Na minha opinião isto está relacionado com um comportamento que se traduz pela expressão "para inglês ver", que vivemos em Portugal num estado permanente. No meu local de trabalho assisto a isso, e sendo um sector estatal crítico acho abjecto tal acontecer (se por acaso morrer nos próximos dias é porque pretendo efectuar uma queixa a quem de direito).
Mas pior é o que foi hoje noticiado relativamente aos resultados dos exames nacionais de matemática do 9º ano. Face ao que eu vi do exame e aos comentários elaborados pelos professores de matemática o exame em causa foi de um facilitismo absurdo e mesmo assim o saldo final foram 44,9% de negativas. Traduzindo por miúdos significa que mesmo com uma "ajudinha" quase metade dos alunos não é capaz de passar a matemática, e isso é grave, e deixa-me lixado (para não utilizar outro verbo). Devo admitir que vindo de um sistema de ensino estrangeiro isto tudo me parece algo estranho, do mesmo modo que não compreendo como é possível alguém acabar o secundário e candidatar-se à faculdade com nota final 20, quanto mais várias pessoas por ano ficarem nessa situação (claramente devemos ser um povo especial porque tal não ocorre com tanta frequência nos restantes países da Europa).
A nossa sociedade vive numa falácia em que se utilizam diversas artimanhas para simular um estado da nação muito melhor do que o existente.É preciso uma injecção de honestidade no sistema porque senão não saímos da cepa torta.
Hoje estou triste com o pais em que vivo e acho que vocês também deveriam estar. Notem que digo isto não no sentido de "Abaixo o governo" mas sim no sentido "Abaixo a mentalidade mesquinha portuguesa". Queremos ser grandes, ser campeões da Europa em futebol, apresentar factores de crescimento equiparáveis ao resto da UE e no entanto vivemos na mediocridade não só económica mas também intelectual.
Expliquem-me, vocês políticos, qual a razão dos programas e livros do ensino (seja ele qual for) mudam todos os anos?Será que a matemática a esse nível muda de ano para ano, ou a física, ou a química...?
Quando conseguirem responder a esta questão temos um principio sobre o qual podemos começar a trabalhar. Sem bases não se pode avançar.
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Teco
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11:25
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Henrique Gomes
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17:51
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