segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Leitura de cabeceira

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

À atenção dos E.U.A. e aliados

Aqui entre nós, que ninguém nos ouve, se calhar é melhor preocuparem-se um pouco menos com a capacidade nuclear deste país Islâmico, e começarem a preocupar-se um pouco mais com a capacidade nuclear deste...

Recomendado

Ontem aproveitei a excelente tarde primaveril para tomar café no Hotel do Bairro Alto (no Largo do Camões). Fica situado no terraço (6º piso) e é um espaço relativamente pequeno mas muito acolhedor. Está aberto ao público (embora nem todos o saibam) e tem uma das melhores vistas panorâmicas da cidade de Lisboa. Recomendo vivamente, a quem não se importar de pagar 3€ por um café. Mas vale bem a pena...


quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Ide votar, s.f.f.

No Público está a decorrer uma votação para o melhor bitaite português do ano:

“Acho que o país está doido” – Santana Lopes
“E o burro sou eu?” – Luiz Filipe Scolari
“Fuck him! “– Joe Berardo sobre Rui Costa
“Na margem sul, jamais. Jamais. – Mário Lino
Porreiro, pá” – José Sócrates


PS - E o meu voto vai para... "Porreiro, pá"

Vale a pena ler

Este texto de Pedro Marques Lopes acerca da solução proposta para a crise no BCP.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

A todos um bom Natal, a todos um bom Natal...


Para todos os que celebram hoje o nascimento de Jesus Cristo, e também para aos que não o fazem, aqui vão os meus votos de um Feliz Natal.

domingo, 23 de dezembro de 2007

Os "mileuristas"

Passo a transcrever excertos de um texto da Dr.ª Ana Gomes na edição de hoje da revista Pública, acerca do "desencontro entre as elevadas qualificações e os salários".

"(...) São jovens com idades a rondar os 30 anos (...) cresceram sob a máxima que os estudos eram o mais eficaz meio para usufruir de uma vida adulta financeiramente desafogada.

(...) Lá completaram a formação superior, somando frequentemente à licenciatura mestrados, pós-graduações ou mesmo doutoramentos. Para engrossar ainda mais o currículo, fizeram cursos (...), formações especializadas (...) e ateliers diversos que reforçassem o seu "know how" e cultura geral. Hoje não resistem a perguntar-se: "para quê?".

(...) Os "mileuristas" estão longe do salário mínimo nacional mas também se posicionam muito aquém do conforto económico que as suas habilitações prometiam. São uma nova classe social, ensinada a aproveitar o dia-a-dia e que não quer abdicar de uma certa qualidade de vida que aprendeu a usufruir em casa dos pais. Por isso, muitas vezes adiam a saída do lar paternal, desalentados pelo elevado valor de venda das casas e pelas
exorbitantes quantias do arrendamento imobiliário. Adiam igualmente a chegada de filhos, meta considerada alcançável apenas depois de atingida alguma estabilidade económica que tarda em bater à porta.

E de adiamento em adiamento, a juventude vai ficando para traz e o futuro dourado que as habilitações académicas prometiam nunca mais chega. (...) a que se somam factores como a precariedade laboral e o excesso de licenciados que o mercado de trabalho não consegue absorver. E nem o mais longínquo futuro lhes sorri, numa altura em que se multiplicam as vozes que alertam sobre a falência do Estado Previdência e a possibilidade de (...) poder vir a não usufruir das pensões de reforma a que teriam direito com base nos descontos que fazem mensalmente."


Como tudo isto me foi soando a familiar (infelizmente).

Ficam algumas sugestões que poderiam ajudar a melhorar a (nossa) situação: excelência no ensino superior, virado para o mercado empresarial; fomentação e estabelecimento de reais condições para empreendedorismo jovem, com criação de empregos e mais-valias (i.e., produtividade); alternativas de formação adequadas para quem quer entrar no mercado de trabalho mais cedo, prescindindo do ensino superior (embora arriscando-me a ser polémico, considero que este não deve ser para todos); pré-reforma dos actuais empresários de baixas qualificações e "vistas curtas" que vamos tendo no tecido empresarial português...

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Impacte ambiental dos Parques Eólicos

Arrisco uma previsão para 2008...

Que a Deolinda vai ser uma das ideias mais refrescantes do panorama musical português. Quem quiser ouvir ao vivo, poderá fazê-lo no póximo dia 12 de Janeiro às 23h00, na Galeria Zé dos Bois (Bairro Alto).

"O seu nome é Deolinda e tem idade suficiente para saber que a vida não é tão fácil como parece, solteira de amores, casada com desamores, natural de Lisboa, habita um rés-do-chão algures nos subúrbios da capital. Compõe as suas canções a olhar por entre as cortinas da janela, inspirada pelos discos de grafonola da avó e pela vida bizarra dos vizinhos. Vive com 2 gatos e um peixinho vermelho..."

Deolinda é um original projecto de música popular portuguesa (MPP), inspirado pelo fado e as suas origens tradicionais. Formado em 2006 por 4 jovens músicos com experiências musicais diversas (jazz, música clássica, música étnica e tradicional), procuram, através do cruzamento das diferentes linguagens e pesquisa musical, recriar uma sonoridade de cariz popular que sirva de base às composições originais do grupo."

Mais informações aqui.