quinta-feira, 22 de abril de 2010
Bélgica
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Anónimo
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Ultimamente parece que só se fala da Islândia quando as coisas correm mal
Extraordinário, de facto. à conta de um vulcão na Islândia, desde 5ª feira que estou retido em Bruxelas (sem conseguir contactar a TAP - aparentemente os telefones também foram afectados pelas cinzas). parece que a única hipótese vai ser ir de comboio até Paris, e aí apanhar um autocarro para Lisboa. Na melhor das hipóteses chego a Portugal na 4ª feira... Ah, a modernidade.
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Anónimo
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
O problema do frango atravessar a rua, segundo a opinião de ilustres pensadores do passado e do presente!
(algo que me fez rir à gargalhada a meio de um dia de trabalho e que por isso me apeteceu partilhar! Vai ficando cada vez melhor, até terminar em êxtase..LOL)
O frango atravessou a rua. Porquê?
Professora Primária
"Porque o frango queria chegar ao outro lado da rua."
Criança
"Porque sim."
Platão
"Porque queria alcançar o Bem."
Aristóteles
"Porque é da natureza do frango atravessar a rua."
Descartes
"O frango pensou antes de atravessar a rua, logo, existe."
Rousseau
"O frango por natureza é bom; a sociedade é que o corrompe e o leva a atravessar a rua."
Freud
"A preocupação com o facto de o frango ter atravessado a rua é um sintoma de insegurança sexual."
Darwin
"Ao longo dos tempos, os frangos vêm sendo seleccionados de forma natural, de modo que, actualmente, a sua evolução genética fê-los dotados da capacidade de cruzar a rua."
Einstein
"Se o frango atravessou a rua ou se a rua se moveu em direcção ao frango, depende do ponto de vista... Tudo é relativo."
Martin Luther King
"Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos livres podem cruzar a rua sem que sejam questionados os seus motivos. O frango sonhou."
George W. Bush
"Sabemos que o frango atravessou a rua para poder dispor do seu arsenal de armas de destruição maciça. Por isso tivemos de eliminar o frango."
Cavaco Silva
"Porque é que atravessou a rua, não é importante. O que o país precisa de saber é que, comigo, o frango vai dispor de uma conjuntura favorável. Não colocarei entraves para o frango atravessar a rua."
José Sócrates
"O meu governo foi o que construiu mais passadeiras para frangos. Quando for reeleito, vou construir galinheiros de cada lado da rua para os frangos não terem de a atravessar. Cada frango terá um documento único de identificação e será avaliado e tributado de acordo com a sua falta de capacidade para atravessar a rua."
Mário Soares
"Já disse ao frango para desistir de atravessar a rua! Eu é que vou atravessar! Não vou desistir porque sei que os portugueses querem que eu atravesse outra vez a rua!!!"
Manuel Alegre
"O frango é livre, é lindo, uma coisa assim... com penas! Ele atravessou, atravessa e atravessará a rua, porque o vento cala a desgraça, o vento nada lhe diz!"
Jerónimo de Sousa
"A culpa é das elites dominantes, imperialistas e burguesas que pretendem dominar os frangos, usurpar os seus direitos e aniquilar a sua capacidade de atravessar a rua, na conquista de um mundo socialista melhor e mais justo!"
Francisco Louçã
"Porque é preciso dizer olhos nos olhos que só por uma questão racista o frango necessita de atravessar a rua para o outro lado. É uma mesquinhice obrigar o frango a atravessar a rua!"
Valentim Loureiro
"Desafio alguém a provar que o frango atravessou a rua. É mentira...!!! É tudo mentira!!!"
Paulo Bento
"O frango atravessou a rua com naturalidade... Era isso que esperávamos e foi isso que aconteceu, com muita naturalidade. O frango ainda é muito jovem e estas coisas pagam-se caro, com naturalidade!!!"
Zézé Camarinha
"Porque foi ao engate! É um verdadeiro macho, viu uma franga camone do outro lado da rua e já se sabe, não perdoou!!!"
Lili Caneças
"Porque se queria juntar aos outros mamíferos."
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Sara SC
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domingo, 11 de abril de 2010
Cafés e esplanadas de que gosto, em Lisboa (I)
- Café Clara Clara, no jardim Botto Machado, Campo de Santa Clara:
- Claustro do Mosteiro de São Vicente de Fora:
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Anónimo
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"Pare, Escute, Olhe"
Recomendo vivamente um saltinho ao Cinemacity de Alvalade para ver o documentário "Pare, Escute, Olhe". No meio de alguns momentos hilariantes, é impossível sair da sala sem se ficar um bocado deprimido... E nem sei dizer o que contribui mais para esse mal-estar (se calhar é mesmo um pouco de tudo): o ar cândido do Presidente Cavaco Silva, perguntando porque é que não nascem mais crianças em Portugal, a troca de olhares embevecidos entre António Mexia e o nosso Primeiro-Ministro José Sócrates, enquanto juram amor eterno ao cimento ("está quase, só falta o cimento..."), ou a gestão verdadeiramente criminosa que a CP e REFER têm feito relativamente ao seu ganha-pão (e infelizmente, a negligência destas empresas de "serviço público" não se verifica apenas a Norte). Degradar o serviço até ao ponto em que ninguém no seu perfeito juízo o quer utilizar, e com isso alegar falta de utentes e justificar o encerramento de linhas, não é defender o interesse das populações. Talvez seja isto a que se referem os autarcas da região quando falam do "pugresso".
"Pare, Escute, Olhe" retrata uma região transmontana despovoada, vítima de promessas políticas não cumpridas. Na linha ferroviária do Tua, o comboio viaja para uma morte iminente. Em nome da progresso, a construção da barragem de Foz-Tua, ameaça submergir um património único que faz parte da identidade transmontana. "Pare, Escute, Olhe", realizado por Jorge Pelicano, venceu seis prémios nacionais, incluindo Melhor Documentário Português no DocLisboa 2009 e o Grande Prémio do Ambiente no CineEco 2009 em Seia.
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Anónimo
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Marradas com efeitos sonoros
Prendam-me aqui mesmo, mas há muto tempo que eu não me ria tanto com o mal dos outros...
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Anónimo
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quarta-feira, 31 de março de 2010
Como aterrorizar bifes
Muito bom:
"A melhor forma de aterrorizar bifes acerca da língua portuguesa (e românicas em geral, mas não vão por aí...) é salientar que na nossa língua tudo, tudo, tem um género (feminino ou masculino) que TEM de ser memorizado e respeitado.
Depois ilustra-se, descrevendo de enfiada o género dos objectos em redor e, sobretudo, das diferentes partes e componentes desses objectos.
Por exemplo: "The ceiling above us and the floor beneath are masculine, but the walls around are feminine unless they separate properties, in which case they're masculine, but only if they're solid: otherwise, they're feminine (vedação). This table is feminine but it's feet are masculine, the spoon and the knife are feminine but the fork is masculine, so is the dish. Meat is feminine, the nerves are masculine but the fat is feminine. Fish is masculine but fish bones are feminine. Some fish are masculine (pargo), including the females, others are feminine (sardinha), including the males. It depends. It's really easy." Os gajos ficam brancos.
Outro, destinado a tornar-se um clássico: "The tocacco inside this cigarette is masculine although the leaf it came from was feminine. The paper involving it is masculine. The tip is feminine, but the filter inside it is masculine, though its fibre is feminine. The ash is feminine but the ashtray is masculine. Either lit or unlit, the cigarette itself is masculine until you put it out: then it becomes feminine."
Outro: "You know how some english speakers refer to their cars as 'she'? That is totally foreign to a Portuguese speaker. Cars are masculine and there´s no two ways about it. And by the way, referring to any object whatsoever as if it was a male (ele) or a female (ela), is totally out of the question. Cars are masculine but they're never male or female, because that would be crazy. Some cars, of course, although they're masculine (because they are cars), are referred to as feminine (carrinha) but that doesn't detract from their masculinity. Of course, car wheels are feminine, tires are masculine, windows are feminine, glass is masculine, gas is feminine, oil is masculine, roads are feminine, tar is masculine, etc. But cars are masculine, even when they're referred to as feminine. So make sure you get that right.""
Retirado daqui.
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Anónimo
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segunda-feira, 29 de março de 2010
Joana Vasconcelos no CCB
"Sem rede" é a exposição antológica da artista plástica Joana Vasconcelos, em exibição no Museu Colecção Berardo/CCB até 18 de Maio.
Peças e experiências a registar:
Strangers in the Night, ouvir Frank Sinatra num sofá luminoso
Cinderela, com tachos e panelas
Corações Independentes: ao som da voz de Amália, 3 grandes corações de Viana feitos de talheres de plástico, que replicam a técnica da filigrana
Terminar com um belo passeio pelo Jardim do Éden
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Sara SC
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Shutter Island

Gostei bastante! É certo que a viagem constante entre a lucidez e a insanidade não é uma receita inovadora ou surpreendente mas neste filme resultou muito bem. O argumento está bem desenvolvido e parece beber um pouco da sua inspiração ao universo hitchcockiano. O final é sem dúvida o momento mais marcante. Um excelente trabalho de Martin Scorsese, a não perder!
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Sara SC
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domingo, 28 de março de 2010
Miúdos histéricos com o DVD do "Lua Nova"...
Quase tão mau como meter no mesmo saco o "Harry Potter" e o "Senhor dos Anéis". Vampiros vegetarianos? Que andam à luz do dia? Vejam mas é filmes de vampiros a sério e ganhem juízo, porra!
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Anónimo
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sexta-feira, 26 de março de 2010
1ºs Ministros de Portugal
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Anónimo
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quinta-feira, 25 de março de 2010
Mamonas assassinas
Os serviços secretos britânicos descobriram um novo método que está a ser experimentado pela Al Qaeda para pôr um prática um ataque terrorista.
Escutas feitas no Paquistão e no Yémen fizeram soar o alarme. Cirurgiões plásticos paquistaneses estarão a colaborar na introdução de explosivos dentro de implantes mamários de mulheres suicidias.
Os especialistas admitem que uma pequena quantidade de Pentaerythritol Tetrabitrate, injectada dessa forma, seja suficiente para fazer um buraco num avião de longo curso.
Um cirurgião plástico disse ao jornal The Sun que a detecção, através de raio x, será praticamente impossível.
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Anónimo
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segunda-feira, 22 de março de 2010
Mas será que estamos a falar do mesmo jogo?
Atitude merecia mais
O FC Porto chegou ao Algarve com os argumentos reduzidos pelos infortúnios recentes e que culminaram com a grave lesão de Varela no derradeiro ensaio para a final da Taça da Liga. O Dragão, apesar disso, entrou decidido a esquecer todas as feridas e a discutir com a bravura de um Tetracampeão. Um remate feliz logo aos nove minutos e outro à beira do intervalo de uma partida que seguia repartida, contudo, cavaram uma diferença difícil de superar.
O primeiro lance de golo saiu do pé esquerdo de Rodríguez, que rematou já no interior da área para defesa aparatosa de Quim. Essa jogada, de resto, nascia de um desenho consistente do FC Porto, que procurava posicionar-se onde mais gosta, ou seja, no meio-campo adversário.
Na resposta, porém, o adversário inaugurou o marcador, sem que a sua produção o justificasse e sem que a grande área azul e branca tivesse sequer sido pisada. Era um forte revés, que se juntava ao infortúnio clínico e que se tornava absolutamente desproporcionado pouco depois, quando o guarda-redes salvou mais uma bola a caminho da baliza e Rodríguez ficou a escassos milímetros de cabecear para as redes.
E quando era ao FC Porto que pertenciam as despesas e os principais «empurrões» no encontro, eis que o score surge alargado, em novo disparo bafejado pela sorte. Epílogo antecipado? Para a maioria das equipas, talvez. Para o Dragão, nem por isso. Na segunda parte, a formação de Jesualdo Ferreira voltou a fazer tudo para explanar o seu futebol, revelando uma atitude competitiva de sublinhar, mas não sendo capaz de confirmar aquilo que o pé esquerdo e a acrobacia de Rodríguez prometeram logo ao minuto 46. A atitude merecia mais.
Só podia vir daqui...
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Henrique Gomes
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