Esta noticia cria-me uma dúvida existencial: se o Estado não tem dinheiro para sustentar esses 50000 a 100000(*) funcionários então o cortar os subsídios apenas resolve a questão a curto prazo pois a questão desse excesso permanece... Não seria mais lógico efectuar os despedimentos (procurando eliminar as "gorduras" (**)), mesmo que no curto prazo (no próximo ano) o défice aumente, para posteriormente a despesa estabilizar num patamar mais sustentável?
(*)- Não há como não gostar da precisão dos nossos políticos ao informarem a população.
(**)- Na minha opinião tal passa pela eliminação de órgãos com competências duplicadas, banir a acumulação de remunerações dentro do Estado, etc... Tal não inviabilizando um ataque a certas práticas duvidosas ou éticamente condenáveis que euro a euro vão delapidando o Estado.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Medidas a curto prazo
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Teco
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Notícia fresca, pela manhã...
Portugal é o campeão europeu das mercearias
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Henrique Gomes
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Bom resumo da questão dos salários
Ultimamente tem sido avançada pelos jornais a possibilidade da diminuição dos salários, e essa notícia tem sido mal interpretada por leitores e jornalistas.
Tentarei desmistificar alguns mitos e medos, e explicar aqui que se passa, da forma mais simples que conseguir.
O Prof. Dr. Paul Krugman avançou com a necessidade dos países periféricos terem de baixar os salários em relação aos salários alemães.
Notícias: http://economico.sapo.pt/noticias/krugman-salarios-em-portugal-tem-de-cair-ate-30_89918.html
Original: http://krugman.blogs.nytimes.com/2010/05/17/et-tu-wolfgang/ [Inglês]
O problema:
Nos últimos anos os custos de produção subiram mais rápido do que a produtividade.
Em contexto:
Imaginemos uma comum fábrica de sapatos. Aqui o custo de produzir os sapatos está algo como 20% a 30% acima da média na Alemanha. Apesar de os salários aqui serem mais baixos que na Alemanha, as máquinas, formação das pessoas, infraestruturas [estradas, caminhos de ferro, portos], impostos, entre outros, compensam a diferença salarial, tornando mais barato produzir na Alemanha que aqui.
Solução:
A solução mais rápida e eficaz é desvalorizar a moeda, assim o escudo se desvalorizaria 20% a 30% e a competitividade estava recuperada. No entanto já não temos o escudo, então vamos para a 2º melhor... Os salários.
Considera-se uma alteração nos salários como 2º melhor medida porque é a mais rápida, no entanto para que seja eficaz será preciso fazer alterações mais profundas, como melhorar as infraestruturas do país, apoiar as empresas no investimento e formação de pessoal, reformar o sistema jurídico, etc...
Implementação:
A melhor forma de implementar esta medida é de uma forma gradual, isto é, nos próximos anos o nosso Salário Real crescerá mais devagar que na Alemanha.
Exemplo:
Trabalhador Português e Alemão ganham 500€ e 1500€ respectivamente, e ambos os países têm uma inflação de 3%.
Se o nosso salário aumentar 1% por ano e o salário Alemão aumentar 4% por ano em pouco mais de 7 anos voltaríamos ao equilibro competitivo, o trabalhador português ganhará cerca de 536€ e o Alemão cerca de 1.900€.
Se nada fizermos:
A verdade é que não se sabe com certeza, mas os modelos económicos e situação semelhante com outros países mostram que se não voltarmos a ser competitivos desemprego elevado, falta de liquidez e dificuldade de acesso ao crédito serão o grande problema da próxima geração.
Por outras palavras:
Neste momento estamos a ganhar mais que aqui que a economia permite. É verdade que ganhamos pouco, mas a economia produz ainda menos.
Não é preciso uma licenciatura para saber que a única forma de gastar mais que aquilo que se ganha é pedir dinheiro emprestado [ou gastar as poupanças]. Isso funciona enquanto conseguir crédito, quando acaba é que começam os problemas.
Como chegamos aqui:
Esta é fácil, nos últimos anos os nossos salários aumentaram demasiado, agora têm de corrigir.
Porque aumentaram tanto? Ao contrário do que muitos acham, normalmente os políticos são bem intencionados e como tal tentaram melhorar a nossa qualidade de vida através dos salários, mas infelizmente isso só funciona para o curto termo, no longo termo é uma bomba para rebentar.
Mitos
Os salários vão baixar.
Os salários continuarão a aumentar, mas será a um nível mais baixo que a inflação.
Porque não aumentar os salários?
Ao contrário do que parece aumentar os salários não ajudará a economia. A lógica "aumenta-se os salários => maior poder de compra => mais vendas => mais dinheiro => melhor economia" esquece alguns factores importantes:A industria tem de crescer antes da procura interna, isto é, se a procura aumenta 20% em 1 ano, a oferta não consegue acompanhar porque aumentar a produção requer investimentos que demoram tempo [construir fábricas, formar pessoal, desenvolver tecnologia, etc. demora tempo]
Ex. O dono do café de repente vê seus clientes aumentarem em 30%, o café fica a transbordar. Ele não conseguirá abrir um segundo café [tão cedo] para dar conta do recado, a solução será aumentar os preços.
Importação, de forma simples, se temos mais dinheiro compramos mais produtos importados, esse dinheiro vai para fora e o seu efeito na nossa economia é residual.
Ex. Na compra de um telemóvel, 20% fica na loja de uma marca estrangeira, 20% para o estado, 15% para o distribuidor nacional o resto ao fabricante estrangeiro. Cerca de 50% do custo do telemóvel foi para fora. [5% da loja estrangeira e o resto do fabricante]
Tendência para gastar, nem todo o dinheiro ganho é consumido, logo o seu efeito é reduzido.
Ex. Se temos a tendência de consumir 70% dos nossos salários, se os ordenados aumentarem 100 milhões a economia só receberá 70 milhões [O modelo económico é mais complexo, mas o essencial está aqui]
O salário mínimo irá diminuir
O que tem de diminuir é o salário médio, ou seja, o salário de todos... É possível diminuir o salário médio sem diminuir o salário mínimo.
Corta-se os salários dos gestores
Apesar de parecer haver alguma medida de justiça social aqui, a prática não funciona tão bem. Os salários também dependem do poder de alavancagem, isto é, quem precisa mais de quem.
Ex. corta-se em 50% o salário de um gestor de topo de uma empresa [publica ou privada], ele terá muito mais facilidade em encontrar um outro emprego em que receba o mesmo ordenado antigo, que um trabalhador que ganhe 500€.
Ainda assim, em termos de proporção, mesmo que fosse cortado para 500€ o salário de todos os gestores portugueses, ainda não seria suficiente. Simplesmente não temos assim tantos gestores a ganhar salários exorbitantes quanto seria de esperar...
Só irá piorar a situação
O raciocínio em que, diminuindo-se os salários, diminui-se a capacidade de pagar os créditos, a procura interna, etc. é verdade. Mas se esquece da proporção e dos efeitos benéficos da diminuição dos salários [sim, existem para os trabalhadores].
De uma forma simples, com os salários mais baixos, o desemprego deverá diminuir mais rapidamente, [emprego precário, verdade, mas economicamente é preferível um trabalhador precário a um desempregado]. Também é preciso ter em conta que da mesma forma que muitos trabalhadores entrarão em incumprimento, muitas empresas e trabalhadores recentemente contratados conseguirão evitar o incumprimento graças a medida.
Entraves:
Nem tudo é tão simples como seria de esperar. No exemplo acima, a inflação era de 3%, a verdade é que já não vemos na zona euro uma inflação de 3% há muito tempo... A previsão é de uma inflação muito abaixo dos 3% nos próximos anos, e no nosso exemplo já demoramos mais de 7 anos para entrar em equilíbrio novamente.
Também os trabalhadores alemães já não vêm um aumento real dos salários há muito tempo.
Resumindo:
Ao contrário do que parece a escolha não é entre diminuir os salários ou não diminuir. A escolha é sim, entre diminuir os salários agora ou mais tarde. Se o fizermos agora, então fizemos por escolha, se fizermos mais tarde, é porque não tivemos alternativa. E como bola de neve, os efeitos serão muito piores para a próxima geração do que aquele que nós iremos sofrer.
Eu não estou a tentar defender uma visão política ou um interesse qualquer, estou apenas a tentar explicar aquilo que está a acontecer da forma mais simples e objectiva que consegui.
Retirado daqui.
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Anónimo
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Etiquetas: Economia
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Só falta devolver os sumbarinos
Vai tudo a eito. E não é só por cá, basta olhar para as medidas draconianas implementadas em Espanha por Zapatero. Infelizmente o país pôs-se a jeito, gastando o que tinha e o que não tinha. E o governo andou a fugir à realidade durante os dois ultimos anos. Agora o outro lado da moeda está à vista: passamos a ser governados pelos nossos credores. Que não me lembro de alguma vez terem sido eleitos pelos Portugueses...
Adenda: Parece que os mercados (ou seja os nossos credores) gostaram das medidas apresentadas.
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quarta-feira, 28 de abril de 2010
Taxação de vais-valias bolsistas? Tiro pela culatra...
... Pelo menos enquanto o PSI20 continuar assim. Mas é melhor não dar ideias ao Governo. Ainda se lembram de começar a taxar as menos-valias ...
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Anónimo
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20:20
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Etiquetas: Economia
sexta-feira, 19 de março de 2010
Só acho estranho mais ninguém ter reparado nisto
Paulo Santos, no Cachimbo de Magritte:
"Há algo no PEC que me incomoda seriamente, mas tenho visto pouco comentado. Esse algo é a opção por cortar nominalmente prestações sociais, mas não mexer nos salários da função pública. De facto, o PEC fala em colocar limites ao RSI (que não se disputa ser algumas vezes mal atribuído), fala também de rever a relação entre o salário líquido e a prestação do subsídio de desemprego (rever, entende-se, em baixa), fala por fim em congelar nominalmente alguns tipos de prestações sociais (as não-contributivas) até 2013. E o que diz dos salários da Função Pública? Diz que serão "congelados" ... em termos reais. Congelados em termos reais é sinónimo de admitir que ainda podem subir em termos nominais. É também sinónimo de não sofrerem qualquer corte. Acho perfeitamente incrível que o Estado Português tenha escolhido cortar na sua função social, antes de cortar nos salários da sua estrutura."
Pois é... Os pensionistas e os desempregados não berram tão alto (nem descem a Av. Liberdade), e certamente não votam em massa. Afinal o estado existe para servir as pessoas (e cumprir a sua função social mais básica), ou apenas para servir quem para ele trabalha? Ainda para mais sabendo-se que os salários mais altos pagos na função pública ascendiam no final do ano passado a 3.364 euros mensais, quase oito vezes mais que os 450 euros pagos a outros funcionários do Estado.
Nenhum Partido Socialista poderia alguma vez concordar com uma medida deste tipo. No entanto, está mais que visto que este PEC é unicamente para agradar ao FMI e aos nossos credores (que no fundo, já são quem manda nas nossas contas... é o que dá ficar a dever muito dinheiro aos outros). Aliás, suspeito que daqui a uns tempos iremos ficar a saber que a redacção do documento nem sequer teve a mão do governo...
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Anónimo
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10:34
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Estes mafarricos estão sempre a tramar-nos

Num dia em que a bolsa portuguesa está a cair fortemente e os juros da dívida pública atingem máximos, Teixeira dos Santos considerou que a "presa" dos mercados é agora Portugal, depois da Grécia se ter conseguido "desembaraçar".
Hoje a culpa é da Grécia. Ontem foi das agências de rating. Amanhã, de quem será?
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Anónimo
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14:38
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
É fazer as contas...
Daniel Bessa quis poupar trabalho ao Governo e à oposição que temos. E concluiu que basta que cada Português contribua "apenas" com 1000€ por ano para endireitar as nossas contas públicas. Eu que gosto pouco de pagar os disparates dos outros vejo esta mensagem como um aviso de que é altura de arregaçar as mangas, deixar de estourar dinheiro em projectos inúteis como o novo aeroporto de Beja e resolver de vez os nossos problemas estruturais (consumir demais para o que se produz) ou então... continuar com a cabeça enfiada na areia. Mas suponho que chegará a altura em que o FMI e a UE se fartem de vez e nos acordem para a realidade...
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Anónimo
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19:09
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Vamos em frente, que o TGV e Alcochete são a solução
Cada vez que ouço na TV mais um anúncio de grandes obras públicas e de projectos estruturantes, de baixo investimento, e com evidentes benefícios para o país, até fico arrepiado: O aeroporto de Beja está praticamente pronto e a partir de agora o objectivo prioritário é saber que uso lhe pode ser dado. Esta é a conclusão que se pode retirar do Plano de Marketing do que passa a ser designado "Aeroporto do Alentejo"."
"O investimento foi de 33 milhões de euros, os prazos derraparam e agora ficou claro que não há operadores interessados no aeroporto de Beja. Solução? Usar a estrutura para estacionar aviões inactivos. Quanto ao tráfego aéreo, talvez lá para 2014.
Mas gastem à vontade, caros governantes: enquanto houver dinheiro, é mesmo de o ir estourando, que afinal o Natal é quando um homem quiser. De preferência, ignorando os avisos de prudência.
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11:34
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
The Crisis of Credit Visualized
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Henrique Gomes
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domingo, 22 de novembro de 2009
Europe isn't working

Governments will be tempted by the wrong policies to tackle unemployment
A spectre will haunt Europe in 2010: not communism, but the return of mass unemployment. The European economies will recover slowly during the year. But unemployment is a notoriously lagging indicator. The OECD, a think-tank of rich countries, expects it to reach a post-1945 high of 10%, or some 57m people, for the whole OECD club in late 2010; by then some 25m jobs will have been lost since 2007. In several countries—Spain, Ireland, France, Germany and Poland—the rate will rise above 10%.
(...) The best answer to unemployment is neither more regulation, nor pushing people into early retirement, nor massaging the numbers down. These either do not work or they tackle the symptoms, not the disease. They are also perverse given Europe’s demographic future, in which working populations in most countries will be shrinking, not expanding. In the short run Europe may experience high unemployment; in the long term it will suffer from labour shortages.
A much better policy response is training and other measures to ensure that those thrown out of work stay in touch with the labour market so that they can quickly rejoin it as growth picks up. The Scandinavian countries have proved much better at this than most. They explicitly seek to protect and educate workers rather than preserving existing jobs and factories. Such investment in human capital is also likely to raise productivity, generating higher growth and more employment in the long run. Unfortunately the policies that are most likely to be pursued by many European governments will do precisely the reverse.
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Anónimo
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Salvem-se os banqueiros...
US income gap widens as poor take hit in recession
WASHINGTON (AP) -- The recession has hit middle-income and poor families hardest, widening the economic gap between the richest and poorest Americans as rippling job layoffs ravaged household budgets. The wealthiest 10 percent of Americans -- those making more than $138,000 each year -- earned 11.4 times the roughly $12,000 made by those living near or below the poverty line in 2008, according to newly released census figures.
That ratio was an increase from 11.2 in 2007 and the previous high of 11.22 in 2003. Household income declined across all groups, but at sharper percentage levels for middle-income and poor Americans. Median income fell last year from $52,163 to $50,303, wiping out a decade's worth of gains to hit the lowest level since 1997. Poverty jumped sharply to 13.2 percent, an 11-year high.
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Anónimo
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Nem mais!
Ter um crescimento económico robusto não garante que estamos a viver melhor. Bater com o carro faz aumentar o PIB
Num artigo publicado em Abril deste ano, o professor Dowbor sustenta as suas teses ecologistas com o seguinte argumento: "O essencial é que [...] técnicos de primeira linha nacional e internacional estão cansados de ver o comportamento económico ser calculado sem ter em conta - ou só parcialmente - os interesses da população e a sustentabilidade ambiental. Como pode dizer-se que a economia vai bem ainda que o povo vá mal? A economia serve para quê?" Dowbor defende, em alternativa, meios que complementem a medição da riqueza material, que consigam avaliar a felicidade interna bruta.
Notícia completa aqui.
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Henrique Gomes
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
Enquanto andava por leituras antigas...
... Dei com este post nos Ladrões de Bicicletas. Actual, muito actual...
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Henrique Gomes
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terça-feira, 14 de julho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Será hoje, a partir das 15h, no Auditório 3 da FCG
Portugueses são pobres, estão desmobilizados mas consideram-se felizes
"Pobres, desmobilizados mas, apesar disso, felizes. Somos assim, os portugueses? No final do estudo Necessidades em Portugal – Tradição e Tendências Emergentes, os investigadores viram-se perante um país socialmente muito frágil, pouco capaz de se mobilizar individual e socialmente. Mas, apesar disso, com altos níveis de satisfação e felicidade.
Há dados conhecidos que o estudo confirma – os que se relacionam com níveis de desigualdades sociais ou taxas de pobreza, por exemplo. Mas Teresa Costa Pinto, socióloga do Centro de Estudos Territoriais, do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), diz que a investigação trouxe novidades: “Algumas dimensões da privação alargam-se a outros grupos que não estariam nos 20 por cento de pobres.”"
Notícia completa aqui. O estudo foi promovido pela TESE, em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian e o Instituto da Segurança Social, e teve Coordenação Científica do CET-ISCTE.
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Henrique Gomes
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sexta-feira, 29 de maio de 2009
The Girl Effect
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Henrique Gomes
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terça-feira, 26 de maio de 2009
Será um prenúncio do que se avizinha?
“The first panacea for a mismanaged nation is inflation of the currency; the second is war. Both bring a temporary prosperity; both bring a permanent ruin. But both are the refuge of political and economic opportunists.”
Ernest Hemingway, “Notes on the Next War: A Serious Topical Letter”, 1935
(Cortesia do João Monteiro)


