segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
The Crisis of Credit Visualized
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domingo, 13 de dezembro de 2009
Uns a quererem sair de Espanha, outros a quererem entrar
Para os Portugueses que volta e meia se lembram de querer ser espanhóis (não é propriamente o quererem ser espanhóis, mas sim o desejo de ter no bolso o aparente superavit de riqueza de nuestros hermanos...), atentem nos nossos vizinhos catalães: se boa parte dos povo espanhol gostaria de deixar de o ser, alguma razão terão. Eu pelo menos, quando vou às compras, evito os legumes a quem todos torcem o nariz. Às tantas estão mesmo fora de prazo, ou a puxar para o podre...
Adenda: Acabei de saber que o "sim" à independência da Catalunha ganhou com mais de 94% dos votos...
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
The Ball
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Sobre as eleições no Afeganistão...
"Eleições no Afeganistão? Eleições num país sem espécie de experiência democrática, tribal, analfabeto e pobre? Num país que está em guerra e, pelo menos, parcialmente ocupado? Num país com um Governo corrupto que obedece ao estrangeiro? Num país que os taliban, em aliança ou em competição com os "senhores da guerra", intimidam, matam, exploram e em certas regiões governam? Num país que vive do ópio? Nenhuma superstição do Ocidente é tão estúpida e, em última análise, tão perigosa."
Vaso Pulido Valente, in Público.
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Porque hoje se celebra o Dia Mundial Humanitário
By resolution A/RES/63/139 of 11 December 2008, the United Nations General Assembly decided:
"...to designate 19 August as World Humanitarian Day in order to contribute to increasing public awareness about humanitarian assistance activities worldwide and the importance of international cooperation in this regard, as well as to honour all humanitarian and United Nations and associated personnel who have worked in the promotion of the humanitarian cause and those who have lost their lives in the cause of duty, and invites all Member States and the entities of the United Nations system, within existing resources, as well as other international organizations and non-governmental organizations, to observe it annually in an appropriate manner."
Nota: sei por experiência própria que nem todos partilhamos os mesmos valores, ética e moral - na verdade, vári@s são aquel@s cuja conduta e profissionalismo deixa (muito) a desejar, como em tudo na vida, mas é sempre bom relembrar as vidas perdidas ao serviço da causa humanitária.
Vejamos como se irá celebrar por cá este dia.
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sexta-feira, 10 de julho de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Por muito menos já se viu hara-kiris naquelas bandas
Talvez isto
Ajude a explicar os bonitos resultados da economia Japonesa, ou então não. Mas não quero que pensem que ando para aqui a insinuar coisas...
Por comparação o nosso ministro das Finanças não parece assim tão mau, pois não?
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
O Poder e a influência de Sócrates não têm limites
Ou então as nossas forças de investigação, mesmo sendo fracotas, não serão pior que as dos outros:
Dezenas de funcionários do departamento da polícia britânica que estão a investigar a participação de José Sócrates no licenciamento do empreendimento Freeport estão à beira do despedimento por incompetência, noticiou ontem o britânico Sunday Times.
(in Visão)
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Mulher de coragem
A ver aqui. Gostei especialmente da argumentação do suposto "Mullah". Não sei mesmo quanto tempo é que o vídeo ficará no ar, antes de sofrer censura. E já agora, se a mulher em causa já terá sido a vítima de alguma Fatwa mais irritada...
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009
E o homem ainda se gaba disso?
Não há mesmo vergonha... E assim se faz a realpolitik internacional. Afinal quem é a potência Mundial? Os EUA ou Israel?
"Ehud Olmert, primeiro-ministro israelita, afirmou ontem num discurso que foi um telefonema seu para George Bush que forçou a secretária de Estado, Condolezza Rice, a abster-se durante a votação de quinta-feira, no Conselho de Segurança das Nações Unidas, de uma resolução que pedia um cessar-fogo imediato para a Faixa de Gaza, deixando Rice “envergonhada”.
(...)
O primeiro-ministro israelita caracterizou Bush como um “amigo sem paralelo” de Israel. “Eles tiraram-no do palco, levaram-no para outra sala e eu falei com ele. Disse-lhe: ‘não pode votar a favor desta resolução’. E ele respondeu-me: ‘Escute, eu não sei nada sobre isso, não o vi, não estou familiarizado com a forma como está formulado’.” Olmert contou que disse então a Bush: “‘Eu estou familiarizado com ele. Não pode votar a favor’. “Ele deu a ordem à secretária de Estado e ela não votou a favor – a resolução que ela própria concebeu, formulou, organizou e manobrou para ser aprovada. Ela ficou bastante envergonhada e absteve-se na resolução que ela própria criou.”
Reparem que esta resolução nem sequer condenava nenhuma das partes, apenas pedia um cessar-fogo. Diz bem da utilidade da ONU hoje em dia... No final, nem Bush nem Olmert ficam bem na fotografia.
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domingo, 4 de janeiro de 2009
A ler
Ontem, os tanques israelitas entraram em Gaza. Saeb Erakat, um dos mais conhecidos negociadores da Fatah, disse à CNN: “Com o quê querem eles [os israelitas] acabar? Não temos [os palestinianos] Exército. Não temos Marinha. Não temos Força Aérea (…). Este problema exige soluções políticas, não soluções militares.” Erakat não falou para a CNN em Gaza. É que ele, sendo da Fatah, não conseguiu encontrar soluções políticas para estar em Gaza. O Hamas arranjou soluções militares para expulsar Saeb Erakat e os da Fatah de Gaza.
O escritor Amos Oz é israelita e não é um falcão, foi um dos fundadores da organização pacifista Schalom Achschaw (Paz Agora). Dias antes da actual ofensiva terrestre israelita, Oz também foi entrevistado: “Vai haver muita pressão sobre Israel pedindo-lhe contenção. Mas não vai haver nenhuma pressão sobre o Hamas, porque não existe ninguém para os pressionar. Israel é um país; o Hamas é um gangue. Os cálculos do Hamas são simples, cínicos e pérfidos: se morrerem israelitas inocentes, isso é bom; se morrerem palestinianos inocentes, é ainda melhor. Israel deve agir sabiamente contra esta posição e não responder irreflectidamente, no calor da acção”, disse Amos Oz.
Dois discursos de gente de braços atados, do palestiniano Saeb Erakat e do israelita Amos Oz. Um sabe que o seu povo vai apanhar com tanques (como esteve, durante dias, apanhando com bombardeamentos aéreos), sem ter Exército, Marinha e Força Aérea para se defender. O outro sabe que o seu país tem direito a defender-se, mas teme que essa defesa aumente a força do inimigo.
Não estou aqui a fazer de Pilatos, não lavo as mãos da questão. Estou absolutamente ao lado de Amos Oz. E sobre a intervenção dos tanques israelitas julgo-a pela eficácia que venha a ter. Se ela acabar com a flagelação (70 rockets e mísseis diários sobre cidades de Israel), irei considerá-la, à ofensiva israelita, uma boa acção. Se ela acabar de vez com o Hamas, o gangue, hei-de considerá-la uma excelente acção. Mas, infelizmente, temo que os tanques não venham a ser eficazes. Conheço a táctica do gangue. Refugiam-se atrás dos homens, mulheres e crianças inocentes, cuja morte - com os corpos passeados em histeria - é a sua melhor propaganda.
Reparo que Saeb Erakat não faz, como previu Amos Oz, pressão sobre o Hamas. Na verdade, eu também, como se viu acima, não faço pressão sobre Israel - sou solidário com ele. E, sobretudo, estou incondicionalmente ao lado de gente como Amos Oz, dos que consideram que morrerem israelitas e palestinianos inocentes é mau. Sabendo, digo-o com cálculos simples, cínicos e não pérfidos, que essas mortes inocentes só cessarão quando se matarem alguns, ou muitos (os que forem preciso), maus.
Crónica de Ferreira Fernandes, no DN de hoje.
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
"Q & no A"





Foi para isto que se criou há 60 anos o actual estado de Israel? Terá valido a pena? Confesso que tenho muita dificuldade em responder a esta questão. Apenas sei que há muito que deixei de tomar partidos nesta barbárie que todos os dias nos entra pelas casas dentro.
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Bem sei que não sou crente, mas estes senhores deviam ir parar ao Inferno*
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Magalhães, pá! O nome é Magalhães!
European debut for '$100 laptop'
The One Laptop Per Child (OLPC) organisation is planning to sell the devices via online store Amazon's European outlets from 17 November.
The machines will be sold under the Give One, Get One scheme that the OLPC organisation has already run in the US.
(...)
When it goes on sale the XO laptop is expected to cost £268 (313 euros) and should be available in 27 EU nations as well as Switzerland, Russia and Turkey.
(...)
Despite the success of the scheme, it drew criticism because the OLPC group had trouble delivering machines to those who had ordered one. In a bid to resolve these issues, it signed up with Amazon in September 2008.
The original idea for the OLPC was to create a small, powerful laptop for school children that would sell in the millions yet cost less than $100.
(...)
Many nations have expressed an interest in using the XO but few have signed up to buy them in the numbers expected by the OLPC organisation. Most recently the Caldas region of Colombia signed up to buy 65,000 XO machines.
The XO has also faced competition from Intel's Classmate laptop. In September, Venezuela ordered one million Classmate laptops for its school children.
Retirado daqui e descoberto aqui.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
E se Obama fosse africano?
Muito interessante este texto de Mia Couto, originalmente publicado no jornal Savana de Maputo, a 14 de Novembro de 2008, e retirado daqui.
E se Obama fosse africano?
Por Mia Couto
Os africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles. Depois de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor. Nesse momento, eu era também um vencedor. A mesma felicidade me atravessara quando Nelson Mandela foi libertado e o novo estadista sul-africano consolidava um caminho de dignificação de África.
Na noite de 5 de Novembro, o novo presidente norte-americano não era apenas um homem que falava. Era a sufocada voz da esperança que se reerguia, liberta, dentro de nós. Meu coração tinha votado, mesmo sem permissão: habituado a pedir pouco, eu festejava uma vitória sem dimensões. Ao sair à rua, a minha cidade se havia deslocado para Chicago, negros e brancos respirando comungando de uma mesma surpresa feliz. Porque a vitória de Obama não foi a de uma raça sobre outra: sem a participação massiva dos americanos de todas as raças (incluindo a da maioria branca) os Estados Unidos da América não nos entregariam motivo para festejarmos.
Nos dias seguintes, fui colhendo as reacções eufóricas dos mais diversos recantos do nosso continente. Pessoas anónimas, cidadãos comuns querem testemunhar a sua felicidade. Ao mesmo tempo fui tomando nota, com algumas reservas, das mensagens solidárias de dirigentes africanos. Quase todos chamavam Obama de “nosso irmão”. E pensei: estarão todos esses dirigentes sendo sinceros? Será Barack Obama familiar de tanta gente politicamente tão diversa? Tenho dúvidas. Na pressa de ver preconceitos somente nos outros, não somos capazes de ver os nossos próprios racismos e xenofobias. Na pressa de condenar o Ocidente, esquecemo-nos de aceitar as lições que nos chegam desse outro lado do mundo.
Foi então que me chegou às mãos um texto de um escritor camaronês, Patrice Nganang, intitulado: “E se Obama fosse camaronês?”. As questões que o meu colega dos Camarões levantava sugeriram-me perguntas diversas, formuladas agora em redor da seguinte hipótese: e se Obama fosse africano e concorresse à presidência num país africano? São estas perguntas que gostaria de explorar neste texto.
E se Obama fosse africano e candidato a uma presidência africana?
1. Se Obama fosse africano, um seu concorrente (um qualquer George Bush das Áfricas) inventaria mudanças na Constituição para prolongar o seu mandato para além do previsto. E o nosso Obama teria que esperar mais uns anos para voltar a candidatar-se. A espera poderia ser longa, se tomarmos em conta a permanência de um mesmo presidente no poder em África. Uns 41 anos no Gabão, 39 na Líbia, 28 no Zimbabwe, 28 na Guiné Equatorial, 28 em Angola, 27 no Egipto, 26 nos Camarões. E por aí fora, perfazendo uma quinzena de presidentes que governam há mais de 20 anos consecutivos no continente. Mugabe terá 90 anos quando terminar o mandato para o qual se impôs acima do veredicto popular.
2. Se Obama fosse africano, o mais provável era que, sendo um candidato do partido da oposição, não teria espaço para fazer campanha. Far-Ihe-iam como, por exemplo, no Zimbabwe ou nos Camarões: seria agredido fisicamente, seria preso consecutivamente, ser-Ihe-ia retirado o passaporte. Os Bushs de África não toleram opositores, não toleram a democracia.
3. Se Obama fosse africano, não seria sequer elegível em grande parte dos países porque as elites no poder inventaram leis restritivas que fecham as portas da presidência a filhos de estrangeiros e a descendentes de imigrantes. O nacionalista zambiano Kenneth Kaunda está sendo questionado, no seu próprio país, como filho de malawianos. Convenientemente “descobriram” que o homem que conduziu a Zâmbia à independência e governou por mais de 25 anos era, afinal, filho de malawianos e durante todo esse tempo tinha governado ‘ilegalmente”. Preso por alegadas intenções golpistas, o nosso Kenneth Kaunda (que dá nome a uma das mais nobres avenidas de Maputo) será interdito de fazer política e assim, o regime vigente, se verá livre de um opositor.
4. Sejamos claros: Obama é negro nos Estados Unidos. Em África ele é mulato. Se Obama fosse africano, veria a sua raça atirada contra o seu próprio rosto. Não que a cor da pele fosse importante para os povos que esperam ver nos seus líderes competência e trabalho sério. Mas as elites predadoras fariam campanha contra alguém que designariam por um “não autêntico africano”. O mesmo irmão negro que hoje é saudado como novo Presidente americano seria vilipendiado em casa como sendo representante dos “outros”, dos de outra raça, de outra bandeira (ou de nenhuma bandeira?).
5. Se fosse africano, o nosso “irmão” teria que dar muita explicação aos moralistas de serviço quando pensasse em incluir no discurso de agradecimento o apoio que recebeu dos homossexuais. Pecado mortal para os advogados da chamada “pureza africana”. Para estes moralistas - tantas vezes no poder, tantas vezes com poder - a homossexualidade é um inaceitável vício mortal que é exterior a África e aos africanos.
6. Se ganhasse as eleições, Obama teria provavelmente que sentar-se à mesa de negociações e partilhar o poder com o derrotado, num processo negocial degradante que mostra que, em certos países africanos, o perdedor pode negociar aquilo que parece sagrado - a vontade do povo expressa nos votos. Nesta altura, estaria Barack Obama sentado numa mesa com um qualquer Bush em infinitas rondas negociais com mediadores africanos que nos ensinam que nos devemos contentar com as migalhas dos processos eleitorais que não correm a favor dos ditadores.
Inconclusivas conclusões
Fique claro: existem excepções neste quadro generalista. Sabemos todos de que excepções estamos falando e nós mesmos moçambicanos, fomos capazes de construir uma dessas condições à parte.
Fique igualmente claro: todos estes entraves a um Obama africano não seriam impostos pelo povo, mas pelos donos do poder, por elites que fazem da governação fonte de enriquecimento sem escrúpulos.
A verdade é que Obama não é africano. A verdade é que os africanos - as pessoas simples e os trabalhadores anónimos - festejaram com toda a alma a vitória americana de Obama. Mas não creio que os ditadores e corruptos de África tenham o direito de se fazerem convidados para esta festa.
Porque a alegria que milhões de africanos experimentaram no dia 5 de Novembro nascia de eles investirem em Obama exactamente o oposto daquilo que conheciam da sua experiência com os seus próprios dirigentes. Por muito que nos custe admitir, apenas uma minoria de estados africanos conhecem ou conheceram dirigentes preocupados com o bem público.
No mesmo dia em que Obama confirmava a condição de vencedor, os noticiários internacionais abarrotavam de notícias terríveis sobre África. No mesmo dia da vitória da maioria norte-americana, África continuava sendo derrotada por guerras, má gestão, ambição desmesurada de políticos gananciosos. Depois de terem morto a democracia, esses políticos estão matando a própria política. Resta a guerra, em alguns casos. Outros, a desistência e o cinismo.
Só há um modo verdadeiro de celebrar Obama nos países africanos: é lutar para que mais bandeiras de esperança possam nascer aqui, no nosso continente. É lutar para que Obamas africanos possam também vencer. E nós, africanos de todas as etnias e raças, vencermos com esses Obamas e celebrarmos em nossa casa aquilo que agora festejamos em casa alheia.
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Yes, he can!

Barack Hussein Obama é o novo presidente dos Estados Unidos da América. Um feito histórico e um exemplo para a Europa, sempre tão rápida a apregoar a sua "superioridade moral e de valores". A eleição de um negro seria possível num país como Portugal?
PS - Notável, o discurso final de John McCain. Um autêntico senhor.
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
Quando a realidade alcança a ficção

"Americans have cut back on buying cars, furniture and clothes in a tough economy, but there's one consumer item that's still enjoying healthy sales: guns. Purchases of firearms and ammunition have risen 8 to 10 percent this year, according to state and federal data.
Several variables drive sales, but many dealers, buyers and experts attribute the increase in part to concerns about the economy and fears that if Sen. Barack Obama of Illinois wins the presidency, he will join with fellow Democrats in Congress to enact new gun controls. Obama has said that he believes in an individual right to bear arms but that he also supports "common-sense safety measures."
"Even though [Obama] has a lot going for him, he's not very pro-gun," said Paul Pluff, a spokesman for Massachusetts-based Smith & Wesson, which has reported higher sales. Gun enthusiasts are "going to go out and get [firearms] while they still can."
Gun purchases have also been climbing because of the worsening economy, which fuels fears of crime and civil disorder, industry sources and specialists said."
Artigo completo aqui.
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terça-feira, 12 de agosto de 2008
Má ideia provocar o urso sem ter uma árvore por perto (II)
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Henrique Gomes
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segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Má ideia provocar o urso sem ter uma árvore por perto*

O presidente Saakashvili, resta saber se por iniciativa própria ou por ter sido mal aconselhado (acreditando na ajuda dos seus amigos Americanos e Europeus) cometeu a imprudência de intervir militarmente na Ossétia do Sul. Ora nada mais conveniente para Putin e a Rússia, que aproveita o pretexto e o recente precedente do Kosovo para "anexar" parte do território Georgiano e fazer uma demonstração de força para exibir aos países vizinhos.
*Mesmo ferido, ainda é capaz de morder... E com força!
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Anónimo
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quinta-feira, 31 de julho de 2008
Exemplos que vêm de cima
ONU recomenda vestuário informal para poupar energia
A ONU recomendou hoje aos funcionários e corpo diplomático que deixem nos armários a roupa tradicional e optem por uma indumentária informal que se adapte melhor ao novo plano de poupança energético a implementar na sede da organização.
A iniciativa denominada «Cool UN (uma ONU fresca)» prevê subir em Agosto o termóstato do ar condicionado na emblemática sede da Secretaria da ONU de 22,2 para 25 graus centígrados e de 21,1 para 23,9 graus centígrados no anexo que alberga as salas de conferências da organização, anunciaram hoje os seu responsáveis.
Em consequência, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, autorizou a que se flexibilize o código de vestuário para que os cerca de cinco mil funcionários possam adaptar-se ao aumento da temperatura ambiente.
«Não nos vamos meter a polícias da moda mas o que procuramos é que as pessoas possam vestir roupas mais frescas», indicou, numa conferência de imprensa, Michael Adlerstein, responsável pelo projecto de modernização da sede da ONU.
(Notícia completa aqui)
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Henrique Gomes
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