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quinta-feira, 4 de março de 2010

Uma novidade

Um influente académico muçulmano emitiu uma fatwa... Contra o terrorismo e os atentados suicidas. Tomara que outros lhe sigam o exemplo.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Mulher de coragem

A ver aqui. Gostei especialmente da argumentação do suposto "Mullah". Não sei mesmo quanto tempo é que o vídeo ficará no ar, antes de sofrer censura. E já agora, se a mulher em causa já terá sido a vítima de alguma Fatwa mais irritada...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Zeitgeist

Hoje estive a ver o filme Zeitgeist. Trata-se de um documentário que pode ser visto no youtube ou no video.google que procura dar fundamentos científicos para a desmistificação de certos mitos como a religião cristã ou dar outras explicações para o que acontece no mundo actualmente. Apesar de em certos pontos ser algo parcial acho que de uma forma geral consegue transmitir a sua mensagem e recomendo vivamente.

No entanto, não focam uma questão que gostava de ver lançada, visto ser uma forte razão para desmentir o atentado de 11 Setembro em Washington. Porque é que o "avião" foi lançado contra o Pentágono e não contra a Casa Branca que fica a poucos kilometros dali?Na minha opinião é um dos factos que não fazem sentido relativamente ao que ocorreu nesse dia.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Não especificou foi qual

Mulheres sauditas só devem mostrar um olho


"Entre as muitas restrições a que estão sujeitas as mulheres na Arábia Saudita poderá juntar-se mais uma: quando saírem à rua, se não usarem um lenço que lhes oculte todo o rosto, só poderão mostrar um olho. É o que determina uma “fatwa” (édito religioso) proposta pelo xeque ultraconservador Muhammad al-Habadan, defensor de “um reforço das regras da modéstia”.

In Público

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Bento XVI adepto de desportos radicais?

Se tiver tanto jeito para a coisa como eu, o resultado não vai ser nada bonito de ver...


"Papa já tem um skate oficial à sua espera em Nova Iorque

O Papa iniciou hoje a sua primeira visita oficial aos Estados Unidos da América (EUA). À espera de Bento XVI estará George W. Bush e a sua mulher, a presidência da Conferência Episcopal dos EUA e também um presente, no mínimo, “sui generis”: um skate.

A ideia de presentear o representante máximo da igreja católica com um skate surgiu da iniciativa de um sacerdote nova-iorquino da igreja de Santa Elisabete, em Washington, Peter Pomposello, que, de vez em quando, também faz o gosto aos pés em cima de uma tábua com rodinhas (...)

(...) O reverendo pretende oferecer a prenda a Bento XVI na altura em que este estiver em Nova Iorque, entre 18 e 20 de Abril. Não é a primeira vez que um Papa entra em contacto com a cultura urbana. João Paulo II já havia abençoado no Vaticano um grupo de “break-dance”.

(Notícia completa aqui)

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Ao que isto chegou...



A propósito disto.

Ora realmente digam lá que a senhora não ficava muito mais bonita com uma burquazita a tapá-la da cabeça aos pés? Até me espanta porque é que a Mona Lisa ainda está em exposição no Louvre … então não se vê logo que aquele sorriso maroto é puramente sexual e blasfemo?

Sobre isto vale a pena ler também as opiniões de Ana Margarida Craveiro e Francisco José Viegas.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Vale a pena ler

Aconselho vivamente a leitura deste post do Pedro Correia, no Corta-Fitas.

Concordo plenamente que não se deve tolerar quem não tolera; concordo também com a Cristina Ribeiro quando afirma que a religião muçulmana vai muito além destes extremistas.

Conheço de forma mais ou menos próxima membros da comunidade muçulmana em Portugal (e também lá fora) e nenhum dos que conheço alguma vez aprovou tais comportamentos, muito pelo contrário.

Ainda falta contudo, uma tomada de posição mais forte e séria de quem corre o risco de, ao fim e ao cabo, vir a ser metido no mesmo saco (se já não o é) e ver isso afectar seriamente a sua vivência diária.

Vão levar o seu tempo, mas creio que mais cedo ou mais tarde irão perceber que terão de ser os próprios (muçulmanos mais liberais) a começar a resolver internamente o problema da ignorância/intolerância a que algumas facções chegaram, nomeadamente através da condenação pública e veemente destes comportamentos e remoção das ideias feitas das cabeças dos seus jovens - sem medo de serem mal vistos pelos restantes membros da sua comunidade! (principalmente nos países ditos de maioria muçulmana)

Porque a nós "infiéis", nenhum ayatolah mais conservador irá ouvir com certeza...


P.S. - Convém irmos estando também atentos ao que se vai passando lá do outro lado do Atlântico, onde o fundamentalismo religioso sempre esteve presente desde há alguns bons anos...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Divulgação - seminário

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Foi violada, sim senhor. Mas...

Arábia Saudita: vítima de violação condenada a seis meses de prisão e 200 chicotadas

"Uma saudita vítima de violação foi condenada hoje a seis meses de prisão e a 200 chicotadas, por decisão de um tribunal que reforçou a pena que lhe tinha sido aplicada em primeira instância, anunciou a sua antiga advogada, entretanto proibida de exercer a profissão.

Em Novembro do ano passado, o tribunal local tinha condenado os seis homens acusados da violação, armados no momento do crime, a penas entre um e cinco anos de prisão, ao mesmo tempo que condenara a vítima a 90 vergastadas. O juiz sublinhava que a mulher estava sozinha num carro com um homem, sem que os dois fossem casados, no momento em que foram abordados por um grupo de assaltantes, que depois violaram a jovem."

(Fonte: Público)

É incrível que em pleno Séc. XXI ainda se assista a decisões destas por parte de um tribunal. A vítima, apenas pelo facto de ser mulher (e consequentemente um ser de 2ª), não terá apenas de suportar a vergonha e condenação social que lhe serão certamente apontadas devido ao facto de ter sido violada. Ainda terá de cumprir uma pena de prisão, e pior ainda, sujeitar-se a uma punição física que hoje em dia não tem razão nenhuma de existir. O que não se diria se isto se passasse no Irão!

É por estas e por outras que me sinto cada vez mais grato por fazer parte de uma sociedade onde este tipo de acontecimento seria totalmente impensável...