Excelente exibição frente a uma Turquia da qual eu sinceramente esperava mais. Uma vitória sem espinhas, e já só faltam mais 3 pontos para seguirmos em frente. Venha o próximo adversário (Rep. Checa) na 4ª feira.
domingo, 8 de junho de 2008
Portugal entra com o pé direito no Euro '08
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Anónimo
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quinta-feira, 5 de junho de 2008
Começa hoje
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Anónimo
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Etiquetas: Basquetebol
Quem não chora, não mama
1. Os armadores e pescadores decidiram pôr termo à paralisação da frota, que dura desde a passada sexta-feira. Os responsáveis do sector, que estiveram reunidos esta tarde em Lisboa, decidiram retomar a faina e aceitaram as propostas apresentadas na segunda-feira pelo ministro da Agricultura e Pescas
2. As empresas de transporte de mercadorias paralisarão as viaturas na segunda-feira em "vários pontos estratégicos", disse hoje à Lusa o gerente de uma empresa que aderirá à greve, de protesto contra o repetido aumento dos preços dos combustíveis.
Quem serão os senhores que se seguem?
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Anónimo
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quarta-feira, 4 de junho de 2008
FC Porto de fora da Liga dos Campeões
O FC Porto, condenado por dois actos de tentativa de corrupção pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), foi excluído da Liga dos Campeões durante o período de um ano.
Tenho andado a evitar escrever sobre este triste caso, mas depois das notícias de hoje não posso calar mais a revolta.
A ausência da Liga dos Campeões vai custar muito mais do que os danos na imagem (provavelmente irreparáveis) que a instituição FC Porto já está a sofrer ao estar associada a suspeitas de corrupção. Para além dos prémios de participação, receitas de TV e publicidade, existe também um risco sério de a massa salarial associada ao plantel se tornar demasiado elevada para as possibilidades financeiras de um clube que de repente se vê amputado da sua fonte de receita principal, levando a êxodos semelhantes ao de Paulo Assunção (como se pode ver aqui). Quem fala de Lucho, fala de Lisandro, Quaresma, Bruno Alves, etc... Neste caso as perdas serão muito mais difíceis de contabilizar, mas não menos graves pois o clube acaba por perder a espinha dorsal da melhor equipa Portuguesa nos últimos anos.
O mínimo que espero é que os elementos da SAD que optaram por uma estratégia jurídica ruinosa, ao aceitar a punição para o clube por parte da Liga, com a consequente perca de 6 pontos na época em curso ao invés de os perder na época seguinte assumam as suas responsabilidades e se demitam. Tacitamente, este gesto foi a admissão de culpa efectiva por parte do clube, por mais que tentem agora dourar a pílula afirmando que a inocência está defendida com o recurso de Pinto da Costa, e foi a base que levou à decisão da UEFA.
Também é necessário perceber como foi possível acreditar ingenuamente que o FC Porto não seria usado como exemplo pela UEFA, organismo que alterou recentemente os seus regulamentos após os escândalos relacionados com os clubes italianos (Juventus, Milan...).
PS - esqueçam as teorias da cabala a partir de Lisboa para "tramar" o FCP. Se o clube está nesta situação é por culpa própria.
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Anónimo
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Dias do Desenvolvimento 2008
É já esta quinta-feira, sexta-feira e Sábado - 5, 6 e 7 de Junho respectivamente, que irá decorrer na antiga FIL, actual centro de congressos de Lisboa, a 1.ª Edição de "Os Dias do Desenvolvimento" (http://www.diasdodesenvolvimento.org/ )
Na quinta-feira irei dar uma "perninha" aos Médicos do Mundo e falar um pouco sobre os desafios e oportunidades na implementação de projectos de água e saneamento (pelas 16h na sala 1), e na sexta-feira irei apresentar com a TESE ferramentas de gestão de informação georreferenciada para aplicação em projectos de ajuda ao desenvolvimento e resposta humanitária (será a partir das 17h, na sala F).
Como é óbvio, são todos muito bem vindos.
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Henrique Gomes
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terça-feira, 3 de junho de 2008
Observações
Enquanto passava na Avenida da Republica um destes dias reparei no enorme número de balcões de bancos que se via. Note-se que a densidade é da ordem de 5-6 balcões para os bancos maiores nessa avenida (exclusivamente), e que em certos quarteirões todos os espaços comerciais estavam por estes ocupados. Ao comentar esse facto com o Pedro (sim o Pedro Gomes deste blog) que ia comigo no carro colocaram-se duas hipóteses:
1- Existe procura suficiente para justificar que o mesmo banco abra 3 balcões no espaço de 500 m de avenida.
2- Apenas os bancos conseguem pagar as rendas absurdas que se pede pelo aluguer dos espaços comerciais dos quais são proprietários (por uma ou outra razão) e portanto têm de os rentabilizar.
Um breve debate inviabilizou a primeira hipótese, visto não existir de modo algum procura suficiente que justifique semelhante situação. Ficando apenas uma hipótese essa parece ser a viável e plausível.
No entanto levanta-se outra questão, que surge no seguimento da negação da primeira hipótese. Como é que os bancos conseguem manter tantos balcões abertos visto que o volume de negócios que têm não aparenta justificar os gastos? Não consigo perceber, para ser totalmente honesto. Sei que é má gestão de recursos e acho que qualquer pessoa a quem perguntasse também concordaria comigo.
Mas esse problema é dos bancos, e leva-me a outro problema bem mais grave: a paisagem das nossas ruas em Lisboa (e provavelmente noutros pontos do pais observa-se o mesmo).
De facto se descerem a vossa rua irão reparar que a maior parte dos espaços comerciais estão ocupados por um dos seguintes negócios:
- Banca
- Stands Auto
- Imobiliárias
- Lojas de Roupa
- Lojas dos Chineses
- Alguns Cafés (a maior parte com ar de tasca)
E isso significa duas coisas:
1- O tipo de comércio que os portugueses procuram (lojas de produtos culturais nem vê-las em muitos sítios).
2- Que é complicado, para não dizer impossível, abrir e manter outros tipos de loja seja devido aos hábitos dos portugueses ao nível de hobbies seja devido aos valores absurdos que se pede pelos espaços.
De facto, assim não vamos lá.
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Teco
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20 Perguntas & Respostas sobre o choque petrolífero
P: Estamos a atravessar um terceiro choque petrolífero?
R: Estamos. A escalada dos preços do crude colocou a barreira do preço médio durante este primeiro quadrimestre de 2008 já acima dos valores reais do 2º choque petrolífero do início dos anos 1980.
P: Que tipo de medidas podem ser tomadas para contrariar a escalada de preços do petróleo?
R: Em mercado aberto, só há uma saída: contrair a procura destas «commodities», alterando o padrão de consumo. Apesar de a procura estar a descer nos países da OCDE, graças aos ganhos de eficiência realizados já no século XXI, ela tem aumentado no mundo emergente. Dada a consciência de que se está a atingir um tecto de produção (o chamado ‘pico do petróleo’), a oferta deixou de poder satisfazer os apetites do consumo. Medidas de subsidiação aos consumidores (como existem largamente nos países produtores e nos emergentes importadores) serão sempre transitórias e terão efeitos perversos a prazo. O choque da realidade, como acontece hoje na Indonésia, é um aviso.
P: Qual é a produção actual de petróleo?
R: É de 86 milhões de barris de combustíveis líquidos por dia de origem fóssil a que se pode adicionar 1 milhão de barris diários de bio-combustíveis. No total dos 86 milhões, incluem-se 74 milhões de barris de crude por dia, mais 8 milhões de barris de líquidos associados ao gás natural (NGL), 4 milhões em outros líquidos e ganhos nas refinarias.
P: E qual é a procura mundial?
R: Há a noção de haver um défice que se irá alargando. Os especialistas estimam a procura aproximada de um modo indirecto: a oferta mundial de líquidos deveria ser superior a 90 milhões de barris por dia para os preços se manterem abaixo dos 100 dólares, e superior a 95 milhões de barris por dia para não ultrapassarem os 50 dólares. Contudo, a procura real ajusta-se à oferta, por efeito da subida de preços.
P: E qual foi o impacto desse efeito de “correcção” por via da subida de preços?
R: O crescimento do consumo teve mesmo de ser moderado. Ele tendia a crescer de 2,5% a 3% ao ano, mas devido à viragem do preço desde 1999, e particularmente desde 2001, o aumento anual do consumo abrandou para 1,5%. No futuro próximo, terá mesmo de se contrair.
P: Mas quanto poderá crescer a oferta nos próximos anos?
R: A oferta de crude propriamente dito tem estado estagnada desde 2005. Estima-se que possa crescer 3 milhões de barris por dia até 2012. Mas tendo em conta as altas taxas de declínio em regiões como o México e o Mar do Norte duvida-se desse aumento. O segundo maior produtor, e patrão da OPEP, a Arábia Saudita, há vários anos que não divulga estimativas sobre a sua margem de manobra. Em termos globais, a oferta de líquidos poderá aumentar até aos 90 milhões de barris por dia até 2012. A Agência Internacional da Energia (AIE) divulgará em Novembro uma avaliação, que segundo os analistas deverá apontar para os 100 milhões em 2020.
P: E será esse aumento suficiente?
R: Não. Segundo o World Energy Outlook da AIE, a oferta deveria aumentar em 37,5 milhões de barris por dia até 2015 para satisfazer a procura estimada, sem alteração do actual padrão de consumo, particularmente em alguns dos emergentes, como a China e a Índia. Prevê-se que os emergentes impliquem um disparo no parque automóvel que poderá quadruplicar nos próximos vinte anos. O défice, em 2015, poderá ser superior a 20 milhões de barris por dia, mesmo no cenário mais optimista.
P: Mas os anúncios de recentes descobertas não são um sinal optimista?
R: Mesmo no cenário mais optimista, o caso recentemente mais publicitado, o da Bacia de Campos, no Brasil, poderá adicionar 500 mil barris por dia.
P: E o Árctico, de que houve agora uma primeira cimeira, não poderá ser a nossa “salvação”?
R: Há uma confusão difundida pelos «media». O número de 400 mil milhões (biliões, na designação anglo-saxónica e no Brasil) de barris é o total estimado de hidrocarbonetos no local. Os valores das reservas tecnicamente recuperáveis são de 50 mil milhões de petróleo (de acesso complexo, cobertos de gelo quase todo o ano) mais 150 mil milhões de gás natural (com a agravante deste gás estar muito disperso por reservatórios de pequena dimensão e de difícil acesso, o que impossibilitaria o seu transporte em gasoduto). Mesmo que esses 50 mil milhões de barris de petróleo fossem extraídos, eles significam um ano e meio de consumo actual. O impacto não é significativo em termos de ‘pico’ do petróleo.
P: Então que efeito poderá ter a pressão política – e mesmo ameaças de sanções através da Organização Mundial de Comércio – junto da OPEP?
R: Nenhum. A OPEP perdeu, realmente, o controlo do limite superior de preços – o célebre tecto máximo do preço do barril – desde 2004. No Verão de 2004, a OPEP atingiu o seu máximo. Exceptuando o Irão, o Iraque e a Venezuela, todos os outros membros do cartel estão a produzir acima da sua quota. O único grande produtor que ainda poderá ter um impacto visível é o Iraque, cuja produção, teoricamente, poderia duplicar. Mas é o problema político que se conhece. Aliás, foi referido que nas três últimas semanas de Abril e na primeira de Maio, a OPEP teria deixado de injectar no mercado 1 milhão de barris por dia.
P:Mas a Arábia Saudita não poderá alterar a situação?
R: É incerto. Poderá provavelmente produzir mais crude de uma variedade que o parque actual mundial de refinarias tem dificuldade de tratar. Poderá aumentar transitoriamente a produção de crude de qualidade mas à custa da produtividade final dos seus campos.
P:E a Rússia que é o maior produtor de crude desde 2006, ligeiramente acima da Arábia Saudita, não poderá dar uma ajuda?
R: Em 2020, a Rússia terá pouco petróleo para exportar. Sendo este um choque adicional que afectará a Europa.
P: É verdade, então, que a subida mais recente de preços, com a ultrapassagem da barreira psicológica dos 100 dólares, é derivada da especulação financeira, e que se deveriam “regular” esses malditos investidores?
R: Não é o factor fundamental, como querem fazer crer a OPEP e alguns políticos, e mesmo George Soros. O peso das aplicações financeiras nesta «commodity» deverá estar a implicar um prémio de 15 dólares por cada barril ao preço actual. Todo o petróleo que aparece para ser transaccionado no mercado acaba actualmente nas refinarias e não é acumulado em inventário a benefício de especuladores.
P:Poderá a opção pela intensificação do uso do carvão – num regresso à energia da Revolução Industrial – como parece acreditar a Shell, nos seus mais recentes cenários, resolver, transitoriamente, o problema?
R: O carvão está a ser usado como energia barata (altamente subsidiada) particularmente na China para embaratecer os custos das suas indústrias em expansão, em particular do aço. Segundo alguns, essa energia barata é o ‘segredo’ dos custos muito baixos chineses, mais do que os próprios salários nominalmente muito baixos. Mas não é solução de modo algum. Segundo o Energy Watch Group, a produção de carvão atingirá o seu pico em 2025. Entretanto, o preço da tonelada de carvão duplicou nos últimos oito meses(um disparo superior ao do barril de petróleo) e a Merrill Lynch estima que possa chegar aos 300 dólares por tonelada, o triplo do preço actual.
P: Há uma relação directa entre a alta do petróleo e a desvalorização do dólar?
R: Há, em parte. Mas essa relação deriva mais da política monetária seguida pela Reserva Federal americana de inundar o mercado de dólares e de emprestar dinheiro abaixo da taxa de inflação durante certos períodos na última década, incluindo ultimamente. Durante alguns curtos períodos de meses, a divergência cambial permitiu alguma almofada a países com divisas mais fortes do que o dólar, como o euro. Contudo, mesmo em euros, o preço do barril disparou . O choque está a chegar a todos em força.
P: Isso significa que o preço do barril poderá baixar se a política monetária americana for invertida?
R: Pode. As oscilações em baixa poderão ocorrer durante algum tempo. Essa mudança para taxas de juro mais altas na América está a ser reclamada por muitos analistas, incluindo por especialistas do FMI. Contudo, o efeito será transitório em termos de preço do petróleo. O mesmo já não será de esperar em termos de agravamento de alguns factores recessivos. A América atravessa um verdadeiro dilema. Qualquer mexida num sentido ou noutro terá uma face da moeda negativa.
P: Qual é o perfil do consumo mundial de energia?
R: Segundo a AIE, o petróleo representa 36% da energia consumida, seguido do carvão com 25%, o gás natural com 21%, o nuclear com 6%, a biomassa com 4% e a hidroeléctrica com 3%. O resto está ainda abaixo de 1%.
P:E em Portugal?
R: Segundo a Direcção Geral de Energia e Geologia, o petróleo representa 55% do consumo de energia primária (uma dependência maior do que a “média” mundial), o gás natural 14%, o carvão 13% (melhor do que a média mundial), a electricidade 7% e o resto 12% (inclui biogás, biodiesel, resíduos vegetais e resíduos sólidos urbanos).
P: Que sectores económicos consomem mais energia em Portugal?
R: Segundo dados da AIE, os transportes vêm em primeiro lugar com cerca de 34%, a que se segue a indústria transformadora com 26,5%, o sector residencial com 15% e os serviços com 12%. Especificamente, em relação ao petróleo, o sector dos transportes é o mais dependente (consome 60% do total) e será o que mais sofrerá com o choque petrolífero.
P: O que poderemos, então, fazer?
R: Apostar mais na eficiência energética, por muitos analistas considerada o “nono passageiro” (tendo em conta que os outros oito são: petróleo, gás, carvão, nuclear, biomassa, solar, eólica e outras renováveis) desta corrida contra o tempo.
Observação: Questionário e respostas com o apoio de Luis de Sousa e Pedro de Almeida, da ASPO Portugal.
(Retirado daqui.)
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Etiquetas: Economia
Postais de viagem - Veneza
*Agradeço aos leitores que me dêem uma ajuda a identificar a igreja...
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Anónimo
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Etiquetas: Viagens
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Ah leão!
Qual Manuela Moura Guedes qual quê, o melhor jornalista/entrevistador da TV nacional entra-nos pela casa dentro todos os dias pelas 21h na SIC-Notícias e dá pelo nome de Mário Crespo. Acabou de dar uma lição de jornalismo e classe na entrevista à Secretária de Estado Ana Paula Vitorino, a todos os que quiseram (ou puderam) ver. Lamentável toda a situação pois parece que os Estudos de Impacte Ambiental são só para inglês ver, e também a postura da Sec. de Estado.
Deixo também a palavra a quem escreve estas coisas bem melhor do que eu:
"Está em curso outra grande entrevista de Mário Crespo na SICN, grelhando a fogo lento uma Secretária de Estado dos Transportes, a querer tomar-nos como parvos, e a dizer coisas de grande gravidade num estilo arrogante, subsidiário do do Primeiro-ministro. Ela foi lá para controlar os danos de uma entrevista de Sócrates em que este meteu os pés pelas mãos e errou. A uma dada altura, afirmou que um problema ambiental que vai existir com a linha do TGV, já não era tão importante assim, até porque já lá havia um olival clandestino. Crespo perguntou-lhe de quem era a responsabilidade pelo olival e a senhora irritada disse "de quem o plantou". E Crespo, e bem, indignou-se suavemente dizendo que o primeiro responsável era o Estado, o governo. E continua, com pérolas como esta "o que é mais importante, um alentejano ou as abetardas"?"
(José Pacheco Pereira, no Abrupto)
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Anónimo
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domingo, 1 de junho de 2008
Feira do Livro
Aproveitei o bom tempo de hoje à tarde para dar um saltinho ao Parque Eduardo VII e espreitar a edição deste ano da Feira do Livro. Deu para ver metade (que estas coisas são para ver com calma e o número de stands é enorme) e para trazer algumas pechinchas debaixo do braço:
- Girls in Bikinis de Pedro Paixão (por 2€, um verdadeiro achado!)
- O Fim do Petróleo de James Howard Kunstler (tema cada vez mais actual)
- Boca do Inferno de Ricardo Araújo Pereira (este com direito a autógrafo do próprio RAP, que andava por ali)
- Invista e Fique Rico de Joel Greenblatt (há que fazer pela vidinha, não é?)
Para a semana há mais.
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Anónimo
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